Por que Filosofia?
Chama-se Filosofia, ao processo que busca conhecer racionalmente a origem e as transformações de todas as coisas. Assim, a atitude filosófica é um questionamento continuo. Para tal atitude ser praticada é preciso perguntar:
O que é? – Qual é a realidade e o significado de algo?
Como é? – Como é a estrutura ou o sistema de ralações das coisas?
Por que é? – Qual é a origem de algo?
O começo da atitude filosófica é perguntar ao mundo sobre as coisas que o compõem e suas relações, assim como a relação que mantemos com ele. Por isso aos poucos as questões filosóficas se voltam à nós mesmos, e a nosso próprio pensamento.
O que é pensar?
Como é pensar?
Por que há o que pensar?
Desta maneira a filosofia se realiza como reflexão, e seguindo o Oráculo de Delfos, procura realizar os dizeres do portal: “Conhece-te a ti mesmo”.
A palavra reflexão se refere ao processo pelo qual o homem considera suas próprias ações e pensamentos, é o movimento de retorno sobre si mesmo.
A reflexão filosófica é o movimento de interrogação que o individuo faz ao próprio pensamento, é a forma de examinar, compreender e avaliar o que é pensado e a forma como é pensado. Desta maneira o sujeito pode conhecer suas idéias, vontades, desejos e sentimentos, alem da percepção sensível, a saber, alem das sensações proporcionadas pelos sentidos, o seja, conhecer através da razão.
A reflexão filosófica para ser compreendida como tal deve ser:
Radical, pois tem que ir à raiz do problema,
Rigorosa, já que é preciso aferir metodicamente o encadeamento lógico da reflexão,
De conjunto, pois o problema não pode ser analisado parcialmente, mas deve ser considerado em todos os aspectos possíveis.
Portanto, não é suficiente alguém ter um conjunto de idéias ou princípios a respeito dos problemas ou coisas do cotidiano, ainda que tudo isso tenha sido adquirido através da experiência. Mas é necessário que se faça uma reflexão ao respeito, de maneira tal que partindo dessas experiências possa “superá-las e sistematizá-las num encadeamento radical, rigoroso e com fundamentação racional na sua totalidade” como se manifesta a professora Marilena Chauí.
Chama-se Filosofia, ao processo que busca conhecer racionalmente a origem e as transformações de todas as coisas. Assim, a atitude filosófica é um questionamento continuo. Para tal atitude ser praticada é preciso perguntar:
O que é? – Qual é a realidade e o significado de algo?
Como é? – Como é a estrutura ou o sistema de ralações das coisas?
Por que é? – Qual é a origem de algo?
O começo da atitude filosófica é perguntar ao mundo sobre as coisas que o compõem e suas relações, assim como a relação que mantemos com ele. Por isso aos poucos as questões filosóficas se voltam à nós mesmos, e a nosso próprio pensamento.
O que é pensar?
Como é pensar?
Por que há o que pensar?
Desta maneira a filosofia se realiza como reflexão, e seguindo o Oráculo de Delfos, procura realizar os dizeres do portal: “Conhece-te a ti mesmo”.
A palavra reflexão se refere ao processo pelo qual o homem considera suas próprias ações e pensamentos, é o movimento de retorno sobre si mesmo.
A reflexão filosófica é o movimento de interrogação que o individuo faz ao próprio pensamento, é a forma de examinar, compreender e avaliar o que é pensado e a forma como é pensado. Desta maneira o sujeito pode conhecer suas idéias, vontades, desejos e sentimentos, alem da percepção sensível, a saber, alem das sensações proporcionadas pelos sentidos, o seja, conhecer através da razão.
A reflexão filosófica para ser compreendida como tal deve ser:
Radical, pois tem que ir à raiz do problema,
Rigorosa, já que é preciso aferir metodicamente o encadeamento lógico da reflexão,
De conjunto, pois o problema não pode ser analisado parcialmente, mas deve ser considerado em todos os aspectos possíveis.
Portanto, não é suficiente alguém ter um conjunto de idéias ou princípios a respeito dos problemas ou coisas do cotidiano, ainda que tudo isso tenha sido adquirido através da experiência. Mas é necessário que se faça uma reflexão ao respeito, de maneira tal que partindo dessas experiências possa “superá-las e sistematizá-las num encadeamento radical, rigoroso e com fundamentação racional na sua totalidade” como se manifesta a professora Marilena Chauí.
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